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A Exploração do pau-brasil

Por volta de 1515, a imensa concentração de árvores, denominadas de pau-brasil, presente no território brasileiro era conhecida pelos europeus. Esses extraiam da planta um pigmento de coloração vermelha, seu uso era voltado para o processo de tingimento de tecidos que possuía um grande valor comercial, já a madeira era propícia à fabricação de móveis, também era utilizada na carpintaria. A intensa demanda do comércio do pau-brasil incitou o interesse dos europeus como um todo, não apenas dos portugueses, mas também dos ingleses e franceses que ficaram bastante motivados a explorar.

Naquela época não havia nenhum tipo de manejo florestal e muito menos a preocupação em preservar, o que provocou profundos impactos com a destruição de enormes florestas.

Os portugueses, ao chegar ao território brasileiro, criaram um lugar para armazenar o pau-brasil até o momento de ser exportado para a Europa. Para locomover a madeira e cortá-las eram utilizados a mão-de-obra de índios que trabalhavam em troca de apetrechos como roupas, pentes, espelhos e etc., sem contar que os indígenas recebiam em forma de presentes utensílios como machados e serras, com intuito de aumentar a rapidez do corte. Essa relação de troca entre o europeu e o índio era chamada de escambo.

Os índios davam pau-brasil para qualquer branco que oferecesse algum presente, de forma oportunista os ingleses e franceses começaram a realizar o tráfico.

Com a intenção de exploração por parte dos ingleses e franceses, Portugal se sentiu ameaçado, pois esses poderiam se fixar, então Portugal enviou um grupo conhecido como ‘guarda-costas’ que tinham o dever de proteger a costa brasileira.

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